AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS SOBRE A GUERRA: POPULAÇÃO SOFRE COM FALTA DE ÁGUA E ENERGIA

Mais de 160 carros civis conseguiram sair da cidade sitiada no sudeste da Ucrânia, após várias tentativas frustradas. População sofre com falta de água, energia, rede telefônica e alimentos.

  • Chanceler alemão renova pedido por cessar-fogo
  • Bombardeio a prédio residencial em Kiev mata duas pessoas
  • Mais de 160 carros civis conseguem deixar Mariupol
  • Zelenski afirma que Ucrânia pressiona por conversa direta com Putin
  • Começa nova rodada de negociações entre Rússia e Ucrânia

21:15 – Zelenski diz que negociações com a Rússia prosseguem nesta terça-feira

O presidente Volodimir Zelenski afirmou que as negociações com a Rússia serão retomadas nesta terça-feira.

O líder ucraniano disse também que conversou com o primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, sobre os esforços para pôr fim à guerra com a Rússia “com uma paz justa”.

“Nossa delegação também trabalhou nisso com o lado russo”, disse Zelenski. “Eles continuarão amanhã.” (Reuters)

20:55 – Washington alerta para “consequências” em caso de envolvimento da China na Ucrânia

A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, alertou para “consequências significativas caso Pequim forneça ajuda militar ou outro tipo de assistência [a Moscou], que violem as sanções ou contribuam para os esforços de guerra”.

Jake Sullivan, assessor de Segurança Nacional do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, expressou a preocupação americana em um encontro com diplomatas chineses em Roma.

Washington evitou comentar relatos divulgados na imprensa mundial, de que a Rússia teria pedido ajuda militar e econômica à China. Psaki, porém, disse que Sullivan foi objetivo ao expor as “profundas preocupações com o alinhamento da China com a Rússia”, e sobre “as potenciais implicações e consequências de certas ações”.

Sullivan tentou deixar claro para os chineses que ajudar Moscou a driblar as sanções impostas pelo Ocidente poderá resultar em um alto custo para o país.

“O assessor de Segurança Nacional e nossa delegação expressaram com clareza nossas preocupações […] e as implicações que tal apoio teria para as relações da China não somente conosco, mas com parceiros ao redor do mundo”, disse o porta-voz do Departamento de Estado americano, Ned Price.

A China é um importante aliado da Rússia, mas vem tentando demonstrar neutralidade em relação ao conflito na Ucrânia, também ao se abster nas votações das resoluções do Conselho de Segurança da ONU contrárias à Moscou. (AP, Reuters)

20:25 – Mais de 4 mil civis retirados pelos corredores humanitários

A vice-primeira-ministra da Ucrânia, Irina Vereshchuk, informou que mais de 4 mil civis foram retirados de zonas de conflito e cidades sitiadas nesta segunda-feira.

Ela afirmou que somente sete dos dez corredores humanitários que haviam sido acordados entre os dois lados estão sendo utilizados. Ucrânia e Rússia trocam acusações de violações de sabotagens desses corredores, especialmente no que diz respeito à cidade sitiada de Mariupol.

Vereshchuk disse que tropas russas continuam a bloquear a entrada de um comboio de ajuda humanitária que tenta transportar alimentos, água e medicamentos para Mariupol. Mesmo assim, em torno de 160 automóveis particulares conseguiram deixar a cidade, o que aumenta as esperanças para os próximos dias.

Segundo a vice-primeira-ministra 150 mil pessoas conseguiram ser evacuadas desde o início da guerra, que já chega ao vigésimo dia. (AFP)

19:45 – Zelenski quer ampliar lei marcial

O presidente Volodimir Zelenski pediu aos parlamentares ucranianos a ampliação da lei marcial por mais 30 dias.

A medida foi tomada logo no primeiro dia da invasão russa, em 24 de fevereiro, e seria válida por uma mês. Zelenski deseja estendê-la, a partir de 24 de março, por outros 30 dias. Com a lei marcial, as leis civis passam a ser substituídas por regras militares. (DW)

18:50 – Banco mundial prepara pacote de US$ 3 bilhões para Ucrânia

O Banco Mundial aprovou financiamento adicional e reprogramado de quase 200 milhões de dólares de ajuda à Ucrânia. O presidente da instituição, David Malpass, afirmou que o banco espera finalizar um pacote de valor total de 3 bilhões de dólares em um prazo de seis a oito semanas.

Malpass disse que a falta de recursos essenciais na Ucrânia é de “magnitude astronômica”, e que os esforços de reconstrução incluirão estradas, pontes e outras infraestruturas de grande porte. “Isso tudo custa bilhões de dólares”, observou.

Para ajudar a Ucrânia, o banco tenta juntar “o máximo de dinheiro possível”, disse Malpass. A instituição trabalha em projetos específicos para ajudar os ucranianos, muitos dos quais tiveram de fugir do pais desde o início da guerra. (Reuters)

18:10 – Manifestante invade telejornal na Rússia para protestar contra a guerra

Uma funcionária de uma emissora de televisão russa realizou um protesto inusitado, ao aparecer em uma transmissão ao vivo de um telejornal portando um cartaz com frases contra a guerra na Ucrânia.

O cartaz, com frases em inglês e russo, afirmava “não à guerra, parem a guerra. Não acreditem em propagandas. Estão mentido para vocês aqui”. Outra frase que parecia afirmar “russos contra a guerra” estava parcialmente encoberta.

Foi possível ouvi-la dizer “parem a guerra, não à guerra!”, enquanto a apresentadora da emissora estatal Canal 1 continuava a ler as notícias no teleprompter. O protesto foi ao ar por vários segundos, antes de os diretores se apressarem para colocar no ar uma outra reportagem.

Kira Yarmysh, porta-voz do líder opositor preso Alexei Navalny, elogiou a atitude da manifestante em postagem no Twitter. “Uau, essa menina é legal”, afirmou. (Reuters)

A mulher foi identificada por fontes independentes como Marina Ovsyannikova, funcionária da emissora. Ela teria sido presa e levada para uma estação de polícia em Moscou.

Ovsyannikova gravou uma mensagem antes de realizar o protesto, na qual se disse “envergonhada” de trabalhar no Canal 1. “O que está acontecendo na Ucrânia é um crime, e a Rússia é o agressor.” Ela contou que seu pai é ucraniano.

As televisões estatais são as principais fontes de informação para milhões de russos, seguindo à risca as posições adotadas pelo Kremlin.

No dia 4 de março, o Parlamento russo aprovou uma lei que torna ilegal ações públicas com o objetivo de “desacreditar” o Exército e espalhar notícias falsas sobre a invasão russa na Ucrânia, que o Kremlin se refere como “operação militar especial”. Violações podem ser punidas com até 15 anos de prisão.

17:25 – Jornalista da emissora Fox News ferido na Ucrânia

A emissora americana de notícias Fox News informou que um de seus jornalistas, que trabalhava na cobertura da guerra na Ucrânia, foi ferido em uma localidade próxima à Kiev..

Não foi informado como se deu o incidente com o correspondente Benjamin Hall, ou a gravidade de seus ferimentos. A procuradora-geral da Ucrânia, Irina Venediktova, afirmou através do Facebook que o americano estava em “terapia intensiva, sob a supervisão de médicos”.

“Ele não estava em uma instalação militar, onde, segundo autoridades russas, eles são alvos constantes”, disse Venediktova, afirmando que Hall teria sofrido “ferimentos graves”.

No final de semana, o jornalista e documentarista americano Brent Renaud foi morto na Ucrânia, enquanto trabalhava pata a revista Time. O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, enviou suas condolências à família. (DW)

16:10 – Chanceler alemão renova pedido por cessar-fogo

O chanceler federal da Alemanha, Olaf Scholz, em sua primeira visita oficial à Turquia depois de assumir a chefia de governo em dezembro, reforçou o pedido por um cessar-fogo na Ucrânia.

A Turquia, país membro da Otan, mantem relações próximas tanto com a Rússia como a Ucrânia, e realizou recentemente uma reunião entre os ministros do Exterior dos dois países. O encontro não resultou em avanços concretos, mas deu início a esforços diplomáticos que ainda estão em andamento.

Ancara é um tradicional aliado de Kiev, ao mesmo tempo em que depende da Rússia para a importação de gás natural, além dos rendimentos obtidos com o turismo. A Turquia divide fronteiras marítimas com os dois países.

O governo do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, classificou a invasão russa como “inaceitável”, mas, ao mesmo tempo, se opôs às sanções ocidentais contra a Rússia, enquanto se oferecia para intermediar a crise. Kiev disse trabalhar com a Turquia e Israel como mediadores, para que seja elaborado um plano voltado para futuras conversações com Moscou.

Scholz elogiou os esforços diplomáticos liderados pelo governo Erdogan, mas disse esperar que resultem em breve em uma pausa no conflito. “Temos que assegurar que resultados sejam atingidos em breve, para que um cessar-fogo seja possível”, afirmou.

“O presidente Erdogan e eu estamos de completo acordo que o violente conflito militar na Ucrânia precisa ser condenado e queremos ver um cessar-fogo o mais rápido possível”, ressaltou o chanceler, e agradeceu Ancara pelo fechamento do estreito de Bósforo para navios de guerra. (AFP, AP, dpa, Reuters)

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14:45 – Rússia restringe exportação de grãos

Moscou anunciou nesta segunda-feira que irá restringir temporariamente a exportação de grãos, entre eles, trigo, cevada e centeio. A medida visa garantir a demanda do país e evitar o aumento local de preços.

A restrição de exportação entrará em vigor já nesta terça-feira e deve permanecer até 30 de junho. A proibição também atinge o milho e mistura de cereais. Para o açúcar, a restrição ficará em vigor até final de agosto.

A medida exclui, no entanto, exportações para os países da União Econômica Eurasiática, que inclui Belarus, Armênia, o Cazaquistão, o Quirguistão e a própria Rússia, e para Lugansk e Donetsk – as regiões controladas por separatistas pró-Moscou na Ucrânia, que foram pivô do atual conflito.

A Rússia é o maior exportador de grãos do mundo. A Ucrânia também é um exportador de peso destas commodities. A interrupção das exportações em qualquer um destes países poderá levar a uma explosão dos preços destes produtos nos mercados globais e causar uma crise alimentar mundial.

13:08 – ONU anuncia 40 milhões de dólares para ajuda humanitária na Ucrânia

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, anunciou nesta segunda-feira, em Nova York, que a ONU alocará mais 40 milhões de dólares de seu fundo Central de Resposta a Emergências para aumentar a assistência humanitária à Ucrânia. Guterres disse que os fundos ajudarão, por exemplo, a obter suprimentos essenciais, como alimentos, água e medicamentos.

Ele também alertou que uma nova escalada do conflito na Ucrânia, seja acidental ou deliberada, ameaça “toda a humanidade”. Guterres destacou Rússia e a Ucrânia fornecem metade do óleo de girassol e 30% do trigo do mundo. A Ucrânia fornece, ainda, mais de 50% da oferta de trigo do Programa Alimentar Mundial.

“Os preços dos alimentos, combustíveis e fertilizantes estão subindo vertiginosamente. As cadeias de suprimentos estão sendo interrompidas, e os custos e atrasos no transporte de alimentos importantes, quando disponíveis, estão em níveis recordes. E tudo isso está atingindo os mais pobres com mais força e plantando as sementes para a instabilidade política e agitação em todo o mundo”, alertou.

12:07 – Estados Unidos alertam contra ajuda chinesa à Rússia

O conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, alertou que haverá consequências caso a China ajude a Rússia a contornar sanções internacionais impostas devido à guerra contra a Ucrânia.

Segundo uma fonte do governo americano citada pela mídia dos Estados Unidos sob condição de anonimato, a Rússia teria pedido apoio à China nos últimos dias, incluindo assistência militar na forma de equipamentos bélicos e ajuda econômica. A fonte governamental dos EUA não forneceu detalhes sobre o pedido de ajuda, que foi noticiado primeiramente pelos jornais Financial Times e The Washington Post.

O Ministério do Exterior chinês negou a notícia, afirmando que Washington está disseminando “desinformação” contra a China de forma maliciosa.

Sullivan tem encontro agendado para esta segunda-feira (14/02), em Roma, com Yang Jiechi, assessor de política externa do governo chinês.

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11:45 – Rússia bloqueia acesso ao Instagram

O Instagram, da gigante tecnológica americana Meta, deixou de estar acessível na Rússia nesta segunda-feira. O governo acusou a rede social de espalhar apelos à violência contra os russos devido à invasão na Ucrânia. De acordo com a agência de notícias AFP, já não é possível atualizar o aplicativo nem acessar a página da rede social na Internet. O mesmo já ocorria com Facebook e Twitter.

Para driblar a restrição, muitos russos estão recorrendo a VPNs. O Instagram é a rede social mais popular entre os jovens russos.

O bloqueio faz parte dos amplos esforços de Moscou para controlar as informações disponíveis para os russos sobre a operação militar na Ucrânia. (AFP, Lusa)

11:25 – Mais de 160 carros civis conseguem deixar Mariupol

Mais de 160 carros civis conseguiram sair da cidade sitiada de Mariupol, no sudeste da Ucrânia, por um corredor humanitário, informaram autoridades locais nesta segunda-feira, acrescentando que o cessar-fogo está sendo respeitado.

Os carros passam por Berdyansk, outra cidade costeira, e se dirigem para Zaporíjia, no noroeste.

A saída bem-sucedida dos civis ocorre após várias tentativas fracassadas desde que as forças russas cercaram a cidade portuária no Mar de Azov, no início deste mês. Os ataques contínuos à cidade deixaram a população sem água, energia, rede telefônica e com escassez de alimentos. Moradores derretem neve para ter o que beber.

Segundo as autoridades locais, mais de 2,1 mil civis foram mortos na região desde o início da invasão russa. A DW não pôde checar a informação de forma independente.

A Ucrânia e as agências de ajuda alertaram que Mariupol enfrenta uma “catástrofe humanitária”. “O tempo está se esgotando para as centenas de milhares de civis encurralados pelos combates”, disse no domingo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. (AP)

Grabde cratera formada por uma explosão
Mariupol é uma das cidades mais destruídasFoto: Evgeniy Maloletka/AP Photo/picture alliance

11:15 – Chernobyl tem fornecimento de energia novamente cortado

A Ucrânia acusou nesta segunda-feira o exército da Rússia de ter cortado o fornecimento de energia à usina nuclear de Chernobyl, que foi capturada por forças russas no começo da guerra.

As autoridades ucranianas disseram no domingo que haviam restaurado o fornecimento de energia à antiga usina nuclear, que garantiria a segurança dos resíduos radioativos armazenados no local. “Entretanto, antes que a energia fosse plenamente restaurada, as forças de ocupação danificaram-na novamente”, declarou nesta segunda o distribuidor de energia ucraniano Ukrenergo.

“Um fornecimento de energia estável evitará a repetição do desastre de Chernobyl”, argumentou a companhia de energia.

Por enquanto, Moscou não respondeu a esta nova acusação. Após o anúncio do primeiro corte de energia por Kiev, a Rússia declarou que houve uma “provocação” por parte das forças ucranianas.

O reator número quatro da usina nuclear de Chernobyl explodiu em 1986, causando o pior desastre nuclear civil da história. Os outros três reatores da central foram gradualmente desligados após o acidente, o último em 2000.

No entanto, ainda é necessário um sistema movido a eletricidade para arrefecer os 20 mil conjuntos de resíduos radioativos armazenados na piscina da central nuclear.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) declarou, na quarta-feira, que dado o tempo decorrido desde o acidente de 1986, “a carga térmica da piscina e o volume da água de refrigeração são suficientes para garantir uma retirada eficiente do calor sem eletricidade”. (Lusa)

11:04 – Grávida ferida em ataque a maternidade em Mariupol morre; bebê também não resiste

A grávida ferida sobre uma maca retratada em várias fotos após o ataque a uma maternidade e hospital infantil em Mariupol, na semana passada, morreu após ser socorrida, informou a agência de notícias AP. As equipes de resgate a levaram para um outro hospital da cidade, onde médicos tentaram salvar o bebê e gestante.

O cirurgião Timur Marin encontrou a pélvis da mulher esmagada e o quadril descolado. Os médicos fizeram uma cesariana para tentar salvar o bebê, mas ele “não mostrou sinais de vida”, disse o cirurgião. A mãe não resistiu e também morreu minutos depois. (AP)

Grávida com a mão na barriga é carregada em uma maca por cinco socorristas. Eles percorrem uma área cheia de escombros
Grávida é socorrida por equipes de resgate após explosão em maternidade de MariupolFoto: Evgeniy Maloletka/AP/picture alliance

10:56 – Serviço de Emergência corrige para um morto em ataque a prédio residencial em Kiev

O Serviço Nacional de Emergência da Ucrânia anunciou que uma pessoa morreu no bombardeio desta manhã em um prédio de  apartamentos em Kiev, e não duas como relatado anteriormente. (DW)

08:00 – Começa nova rodada de negociações entre Rússia e Ucrânia

Uma nova rodada de conversas entre representantes russos e ucranianos teve início nesta segunda-feira, desta vez por videoconferência.
Segundo o assessor da presidência e negociador ucraniano Mykhailo Podolyak, a comunicação entre ambos os lados é difícil, mas prossegue. Mais cedo o representante da Ucrânia havia afirmado que o foco das conversas seria alcançar um cessar-fogo.

Ao tuitar uma foto da reunião, Podolyak afirmou: “A razão para a discórdias são sistemas políticos muito diferentes.”

06:15 – Ucrânia pressiona por encontro entre Putin e Zelenski

O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, afirmou que continuará a negociar com a Rússia e que sua delegação “tem a tarefa clara” de fazer de tudo para facilitar um encontro entre ele e o líder russo, Vladimir Putin.

Zelenski já pediu repetidas vezes por uma reunião com Putin, mas afirma que até agora seus pedidos não foram respondidos pelo Kremlin.

Moscou não descartou a ideia de um encontro entre Putin e Zelenski, segundo o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov. “Precisamos entender qual deveria ser o resultado e o que será discutido nesse encontro”, ponderou, segundo noticiou agência russa Interfax neste domingo.

Zelenski afirmou que representantes dos dois países conversam diariamente por videoconferência, acrescentando que tais contatos são necessários para estabelecer um cessar-fogo e mais corredores humanitários.

No domingo, ambos os lados apontaram avanços nas negociações de um cessar-fogo. Uma nova rodada de conversas deve ocorrer nesta segunda.

06:00 – Bombardeio a prédio residencial em Kiev mata duas pessoas

Ao menos duas pessoas morreram e 12 ficaram feridas durante um bombardeio a um prédio residencial num bairro no noroeste de Kiev no começo deste que já é o 19º dia de guerra na Ucrânia.

O edifício de nove andares foi alvo do bombardeio por volta das cinco da manhã, no horário local, de acordo com os serviços ucranianos de emergência.

Outras 15 pessoas foram resgatadas de um incêndio causado pelo bombardeio e 63 foram retiradas do lugar.

Blog do Rosálio Daniel

 

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