BRASIL CHEGA A 600 MIL MORTES POR COVID E VER A PANDEMIA DIMINUINDO COM A VACINAÇÃO

Em média, 438 óbitos são registrados por dia. Em junho, quando chegamos a 500 mil vítimas, eram 2 mil. Especialistas atribuem cenário ao avanço da vacinação, mas alertam que o risco ainda existe: país ainda é o 3º com a maior média diária de novas mortes no mundo, atrás apenas de EUA e Rússia.

O Brasil atingiu nesta sexta-feira, 8, a marca de 600 mil mortos pela covid-19 – mais gente do que as populações de sete capitais do País, como Florianópolis e Vitória. Com o avanço da vacinação e a queda de infectados, cresce nos hospitais e nas ruas a sensação de que o pior foi superado. Especialistas, porém, destacam que a crise sanitária pode ter reviravoltas e seus efeitos são duradouros. Além do risco de novas variantes, o patamar de vítimas ainda é alto (perto de 500 por dia) e há demanda por doses de reforço e cuidado com as sequelas do vírus. Para quem sofreu na pele, a luta é para seguir em frente, mas fazer com que a tragédia não seja esquecida.

O balanço mais recente, divulgado nesta tarde, contabiliza 600.077 vítimas, segundo o consórcio de veículos de imprensa. Conforme balanço da Fiocruz, entre 12 e 25 de setembro o total de hospitalizados no País caiu 27,7% e o de óbitos, 42,6%. Em 25 Estados, a taxa de ocupação de leitos de UTI covid é inferior a 60% – exceto Distrito Federal e Espírito Santo. “Olhando os dados, consideramos que o pior da pandemia passou”, diz o superintendente de Vigilância em Saúde do governo catarinense, Eduardo Macário.

Em relatório do Observatório da Covid-19, da Fiocruz, o fim da crise sanitária é previsto para os primeiros meses de 2022. “Mas o fim da pandemia não representará o fim da ‘convivência’ com a covid-19, que deverá se manter como doença endêmica e passível de surtos mais localizados”, diz o texto.

Blog do Rosálio Daniel

 

 

 

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.